O hábito é a prática constante de algo que empreendemos fazer ou ser.
Existem hábitos considerados bons e hábitos considerados ruins. Em todo o caso, o hábito requer uma disciplina na repetição.
Os hábitos, por mais arraigados que possam estar, podem ser mudados. Todavia requer uma força extra a ser emanada de dentro de nós.
Nisso, há a diferença entre estímulo e motivação. A motivação é o que impele uma pessoa a ir além dela mesma, ir além daquela situação, ir além daquele hábito. O estímulo ajuda, mas sem motivação, acaba por se perder no caminho.
Outro ponto importante é que substituir um hábito por outro, além da motivação, requer coragem e determinação.
O novo assusta, nos tira da zona de conforto e exige uma mudança interior. Podemos mudar os cenários, mas se não houver uma mudança no interior, não adiantará em nada.
Infelizmente, o novo desperta encanto, mas também resistências inúmeras, que por vezes, não estamos dispostos a superá-las.
Agora pense em quantas coisas você poderia ter feito diferente, mas não o fez porque sentiu medo ou se prendeu a algo que te paralisou?
A descoberta do novo pode trazer benefícios incríveis para a nossa vida! Ocorre que, por vezes, na balança de nossas escolhas, pesa mais a segurança do momento que o risco da novidade. Abrimos mão de muitas coisas em nome da estabilidade e da segurança!
Para o nosso próprio crescimento, precisamos aprender a enfrentar as dificuldades e modificá-las – não evadi-las.














